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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ceará - Mensagem de amor na Missa do Galo

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Faltou espaço na Catedral Metropolitana de Fortaleza, na noite do sábado, durante a celebração da Missa do Galo
O arcebispo destacou que o clima de amor e paz não deve ser restrito apenas ao dia do Natal

Católicos lotaram a Catedral Metropolitana, na noite de sábado, para comemorar o nascimento do Menino Jesus. A tradicional Missa do Galo foi celebrada pelo arcebispo de Fortaleza, dom José Antônio Aparecido Tosi Marques. O religioso disse aos mais de cinco mil fiéis que o Natal é a festa da paz, da solidariedade e da família.

O casal Francisco e Fátima Paiva, de 62 e 57 anos, não perde uma celebração eucarística natalina. Todos os anos, na companhia dos três filhos, vão à Missa do Galo. Eles oram, louvam e agradecem a Deus pelas bênçãos alcançadas. A mais especial deste ano, segundo Francisco, foi a formatura de um dos filhos. "Apesar das dificuldades, ele conseguiu concluir o curso de Medicina e já está trabalhando", disse o pai, orgulhoso.

Com todos os assentos do templo ocupados, muitos fiéis tiveram de assistir à missa em pé ou sentados no chão. Os mais prevenidos, e não eram poucos, levaram os próprios bancos, como a representante comercial Rosângela da Silva, de 34 anos, que acabou cedendo sua cadeira a uma idosa, mostrando um gesto solidário.

Um dos momentos que mais encantou os fiéis foi a entrada de várias crianças louvando e erguendo a imagem do Menino Jesus. No fim da apresentação, quando os pequenos colocaram a imagem na manjedoura, todos aplaudiram. Na mensagem aos fiéis, dom José Antônio lembrou que não há nenhum documento histórico para provar que o nascimento de Jesus foi no dia 25 de dezembro. "Mas, em certo momento do mundo, nasceu uma criança para cumprir uma missão na Terra. Deus se fez homem para tornar a espécie humana participante de seu Reino. A humanidade chegou a Cristo e de Cristo parte para seu destino final", destacou. Ainda durante a homilia, o arcebispo pediu aos católicos para que o clima de amor e paz não se restrinja ao dia do Natal.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Ceará - Radares não precisam mais de placa de aviso

Os órgãos de trânsito poderão não mais implantar sinalização indicando a presença de medidores de velocidade. Esta é a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), em vigor desde a última quinta-feira, 22 de dezembro, que determina que as placas de alerta para os radares deixam de ser obrigatórias em todo o País. O objetivo é reduzir os acidentes e mortes.

A informação gera opiniões diferentes. O administrador Ayrton Queiroz, 33 anos, se diz a favor da medida porque "faz com que as pessoas diminuam a velocidade em todo o seu deslocamento e não apenas quando avistarem as placas". Já a auxiliar administrativa Michella Melo, 40 anos, é contra. Para ela, a sinalização dos radares acaba sendo uma forma de lembrar da necessidade de se respeitar o limite de velocidade. De acordo com a empresária Erytreia Uchôa, 30 anos, essa resolução beneficiará apenas o governo, pelo aumento das multas, além de não visar a educação. " Isso não implica que as pessoas respeitarão o limite estabelecido, acho que vai é piorar", completa.

A presença de placas era obrigatória desde 2006. De acordo com as novas regras, o poder público fica obrigado a sinalizar somente a velocidade da via, e cabe ao motorista respeitar o limite estabelecido. Apesar da proibição, a resolução estabelece que os radares não podem ficar escondidos da visão dos motoristas. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE), existem nas ruas e rodovias da Região Metropolitana de Fortaleza 12 radares fixos e 13 estáticos, popularmente conhecidos como móveis. Somente no primeiro semestre de 2011, os radares móveis registraram 36.976 multas na Capital.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Cultura - A linguagem e a sede das águas

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Detalhe da capa do romance "Quando Lisboa Tremeu", de Domingos Amaral, num processo de montagem, tendo como elemento-chave o projeto de criação da capa desse romance - obra de Rafael Nobre
Resgatar o passado para outra visão acerca da História tem sido um caminho contumaz dos pós-modernos

Otempo-chave desse mormance concentra-se no dia Primeiro de Novembro de 1785, quando, às nove e meia da manhã, um maremoto despedaçou-se por sobre a cidade de Lisboa, cosendo, à sua passagem, retalhos de destruição e de pavor.

Recursos expressivos

Tendo esse acontecimento histórico como o fulcro da trama, o narrador, em primeira pessoa, (o ponto de vista, no entanto, não lhe propicia uma onisciência absoluta, sendo, muitas vezes, observador - da mesma forma, como, comumente, cede às personagens, a condução do enredo, através do emprego do discurso indireto-livre - recurso por que a voz do narrador (o fogo) funde-se com o discurso (o pensamento da personagem, sendo de construção evidentemente ambígua: "Quando o estado de choque a abandonou, lembrou-se da tentativa de enforcamento, abruptamente interrompida pelo ruir do teto da cela. O que teria acontecido?" E o discurso direto quebra a tensão.

Fios de um novelo

O livro está dividido em quatro partes - Terra, Água, Fogo, e Ar ; e todo o interesse dramática, em vez de dirigir-se às personagens históricas - como o Rei José e sua Corte; ou próprio Sebastião José de Carvalho e Melo (mais tarde o Marquês de Pombal), instala todas elas num espaço mais secundário ou irrelevante, indo, assim, em direção a pessoas comuns, colhidas ao cotidiano, isto é, os que, de uma forma ou de outra, não haviam sido convidados ao banquete mercantilista: o (forçosamente) Pirata, um português Santamaria - a quem caberá a condução narrativa de grande parte da trama; uma freira, a irmã Margarida, condenada à fogueira pela Inquisição; o árabe Muhammed,; um capitão inglês; e um menino que, em meio aos escombros, procura, determinado, a irmã gêmea e o seu cão - até então perdidos.

Blocos autônomos

Dentre os diversos recursos expressivos de que se serve o narrador para a costura da teia de seu discurso, um dos nos chamam logo a atenção reside no fato de que, os capítulos, a rigor, funcionam como blocos autônomos, conservando, em si, a própria unidade; entanto, ligam-se aos demais, ao longo do livro, por conta de elementos recorrentes: tempo, espaço, personagens etc; bem como há inúmeros interesses, atitudes de comportamento, valores, que, enfim, aproximam uma personagem de outra.

Traços da linguagem

As notas de hibridismo, implicando o contato entre diversas línguas são dignas de registro; assim, as personagens tornam-se mais vivas, passam a agir com mais naturalidade: "Traz então the eggs. E very mexidos"; "Entonces, sou yo lo primero". Desse modo, a partir de elementos linguísticos, o narrador aponta um espaço entrecortado por culturas as mais diversas, da mesma forma como deixa no leitor algumas interrogações acerca dos verdadeiros interesses que movem o cotidiano de personagens tão distantes e ainda assim tão próximas umas das outras - o mundo como retalhos de paraíso e de quedas.

Expressão estética

Inserido nas inúmeras tendências da ficção pós-moderna, esse romance de Domingos Amaral abriga uma gama de ingredientes que já o colocam na prateleira dos grandes discursos narrativos, quer pela elaboração da fábula em si, quer pela habilidade com tece os fios de uma prosa, densa, mas tocada também pelo poético.

Uma marca poderia muito bem sintetizar, incisivamente, esse romance: a temperança. Não há nele excessos, tampouco se pense em algo que lhe poder ser acrescentado ou mesmo retirado. É miolo e capa sob medidas.

Livro

Quando Lisboa Tremeu
Domingos Amaral

Casa da Palavra
2011
480 páginas
R$ 48,00
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Quixada - Sertanejos querem carro-pipa de presente

Quixadá - Milhares de moradores das zonas rurais de Quixadá e de Quixeramobim acordaram na manhã de Natal frustrados. A maioria queria um presente tão simples, um carro-pipa, mas não encontraram nada debaixo de suas redes, e nem dentro de suas cisternas. Desde o início do mês aguardam a passagem do carro-pipa, mas até agora, tá mais difícil do que o Papai Noel descer pela chaminé. Muitos são obrigados a caminhar até uma légua para apanhar água. Pelo menos hoje queriam se livrar do sacrifício.
Durante a semana procuramos manter contato com os responsáveis pela Operação Pipa no Ceará, o Comando da 10ª Região Militar. Sem resposta. Um empurra-empurra pra lá e pra cá sem fim. No Ministério da Integração não foi diferente. Informação mesmo apenas através do coordenadores da Defesa Civil nos dois municípios: o Exército Brasileiro suspendeu a operação emergencial porque o Governo Federal não fez o repasse das verbas para pagamento dos pipeiros.
Apenas um pouco de água para saciar a sede. Será pedir demais Papai Noel, ou “Mamãe Noel”. Enquanto uma hora dessa a maioria dos nossos políticos, governantes, ainda estão dormindo e com certeza não acordarão com ressaca por conta das doses de uísque importado. Mas se por acaso lerem esse singelo protesto, esperamos que fiquem pelo menos com outro tipo de ressaca, a moral. E se a sede dessa gente continuar, com certeza lhes darão um presente muito especial, nas próximas eleições, nas urnas.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Regional - Zona rural reclama da falta d´água

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Moradores de Cavaco caminham até três quilômetros para obter água para beber
Comunidade de Cavaco sofre com o problema do desabastecimento e pede providências ao governo do Estado

Iguatu. Os moradores da localidade de Cavaco, na zona rural deste município, enfrentam crise de abastecimento de água. A vazão do poço profundo que abastece a comunidade está muito reduzida e a água só chega às torneiras das casas em dias alternados e por apenas meia hora, tempo insuficiente para atender a demanda.

Por causa da dificuldade para se obter água pelo menos dez famílias de um total de 51 já se mudaram. A população local apela que a Prefeitura e o governo do Estado por meio do Projeto São José resolvam o problema. O sistema de abastecimento de água foi construído pelo Projeto São José no início da década de 1990.

O reservatório de distribuição de água foi concluído em 1997, com capacidade para 25 mil litros. Desde o início a vazão foi limitada, mas ainda dava para atender as necessidades das famílias. Entretanto, nos últimos três anos, o problema se agravou. "O poço está se fechando, pois foi construído de forma errada sem tubo de proteção", disse o ex-presidente da Associação de Moradores do Cavaco, José Alves Barreto.

Novo poço

De acordo com os moradores, a solução seria a perfuração de um novo poço em área com lençol freático mais favorável. "A água só chega um dia e outro não e por apenas meia hora", disse a presidente da associação, Maria de Lourdes Rodrigues. "Não dá para fazer nada e o nosso sofrimento aumenta a cada dia". Na comunidade a reclamação é geral por causa da escassez e da qualidade. "Além de pouca, a água está salobra, imprestável para beber", disse Maria de Lourdes. Um dos moradores mais idosos da comunidade, Meton Rodrigues, 88 anos, conta que o sofrimento das famílias para obter água é enorme. "As pessoas têm de caminhar mais de três quilômetros para conseguir água em outros poços", disse. A água do Rio Jaguaribe que passa próximo à comunidade é imprestável para o consumo humano porque é poluída.

O responsável pela operação do poço, Sebastião Rodrigues da Silva, confirma que a situação piorou muito nos últimos dois anos. "A água está praticamente se acabando", contou. Nesse período do ano, ocorre uma redução do lençol freático e os poços que apresentam regularmente pouco volume tende a secar. "O nosso apelo é para que o governo ou o prefeito veja o nosso sofrimento e faça alguma coisa, perfure um novo poço", disse a presidente da Associação de Moradores do Sítio Cavaco, Maria de Lourdes Rodrigues.

Recentemente, o vereador Francisco Benigno de Sales Neto, mais conhecido por "Louro da Barra", esteve reunido com os moradores do Cavaco para discutir sobre uma solução para o abastecimento de água.

"Realmente, o poço atual não tem mais condições de funcionamento porque a água é pouca e salobra", confirmou. "Já solicitei do prefeito Agenor Neto a perfuração de um novo poço e ele assumiu o compromisso de atender o nosso pedido".

Doação

O parlamentar explicou que é necessário que algum morador faça a doação de uma área para a Associação de Moradores do Cavaco destinada à perfuração do poço profundo. "O município não pode perfurar um poço em terreno particular", explicou. "Estamos aguardando que a comunidade se mobilize e obtenha a doação".

O coordenador regional do Projeto São José, Moacir Torres Bandeira Filho, esclareceu que o gerenciamento do sistema de abastecimento de água do sítio Cavaco é da própria comunidade. "A associação comunitária deve procurar a Prefeitura Municipal porque acredito que a solução é a perfuração de um novo poço com maior profundidade e localizado numa área mais favorável", afirmou o coordenador Moacir Torres.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Brasil - Crise traz discussões sobre o Poder Judiciário

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As três principais associações de juízes do País pediram à Procuradoria-Geral da República, na última sexta-feira (23), que abra uma investigação sobre a conduta da ministra Eliana Calmon
Especialistas avaliam a decisão dos ministros do STF que esvaziou os poderes do Conselho Nacional de Justiça

São Paulo. A crise que abalou a cúpula do Judiciário na semana passada trouxe novamente à tona a discussão sobre a transparência da Justiça brasileira.

Para o presidente da Associação dos Juízes para a Democracia, José Henrique Torres, está na hora de baixar o tom na briga entre juízes e tribunais, de um lado, e do outro a corregedora Eliana Calmon, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e pensar no que serve melhor à Justiça e à democracia.

Torres se diz surpreso com o tom dos ataques, quase pessoais, ocorridos na semana passada. Depois de a corregedora ter chamado de "mentirosas" as Associações dos Magistrados Brasileiros (AMB), a de Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), e de duas liminares concedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) afetarem a ação da corregedoria, o presidente da AJD defende duas saídas para o confronto. "Primeiro, vamos tomar cuidado e parar de fazer ataques pessoais e afirmações levianas. Segundo, vamos aguardar a decisão do pleno do STF, em fevereiro, sobre as duas liminares".

Em uma dessas liminares, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, suspendeu a investigação do CNJ sobre a remuneração de juízes. Acusado de atuar em causa própria - ele teria sido beneficiado por um dos pagamentos -, foi defendido pelo presidente da corte, Cezar Peluso. "Se, na sua função fiscalizatória, o CNJ tiver praticado algum tipo de desvio, isso pode ser avaliado, corrigido. Abusos devem, sim, ser esclarecidos", afirmou.

O presidente da AJD não acredita que exista um movimento organizado, de alguns setores, para enfraquecer o CNJ. Ele prefere admitir que há divergências a serem discutidas. "É normal que exista o debate. Democraticamente, vamos buscar a melhor solução".

Corporativismo

Para o cientista político Cláudio Gonçalves Couto, as decisões dos ministros do STF de esvaziar os poderes do CNJ são "uma reação corporativa de uma instituição historicamente fechada e que está em descompasso com o resto da sociedade".

Couto diz que a forma como as liminares foram dadas - no último dia antes do recesso de fim de ano dos juízes - indica uma estratégia para resistir às pressões. "Se olharmos bem, as prerrogativas do Judiciário vão sempre ao extremo, é um Poder que se percebe como diferente da sociedade", diz.

O ex-presidente do STF, Carlos Velloso, não vê problemas nas liminares. Ele diz que ambas estão em acordo com a lei e serão avaliadas pelo plenário do Supremo quando ele voltar do recesso.

"Também não vejo prejuízo para as investigações, pois janeiro é um mês de férias nos tribunais superiores", disse.

Dalmo Dallari, professor aposentado da Faculdade de Direito da USP, discorda. Para ele, a decisão de Marco Aurélio contraria o dispositivo constitucional que trata das atribuições do CNJ. "É uma tentativa de esvaziar o Conselho, mentalidade até corrente no Judiciário", diz.

Para a cientista política Maria Tereza Sadek, as decisões desgastam o Judiciário, que acaba o ano com a imagem arranhada.

AGU fracassa em tentativa de suspensão de liminar

Brasília A Advocacia Geral da União (AGU) fracassou na tentativa de derrubar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que restringiu o poder de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O STF rejeitou no sábado (24) um pedido de liminar feito pelo titular da AGU, Luis Inácio Adams, para que o CNJ fosse liberado para fazer as apurações.

Fica mantida a liminar concedida no último dia 19 pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello, proibindo o CNJ de iniciar processos disciplinares contra juízes antes de os casos serem analisados pelas corregedorias dos respectivos tribunais locais.

A decisão, junto com outra, dada pelo ministro Ricardo Lewandowski, abriu uma crise no Judiciário. Lewandowski concedeu uma liminar suspendendo investigações da corregedoria do CNJ sobre supostos pagamentos irregulares recebidos por magistrados.

No despacho no qual foi rejeitada a liminar, o STF pediu informações a Marco Aurélio Mello. Em seguida, deverá ser ouvido o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Como o Supremo está em recesso até o início de fevereiro, o assunto não deverá ser resolvido antes disso.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste

Brasil - Chico Anysio é transferido para Unidade Intermediária de hospital

O humorista Chico Anysio (Foto: Alexandre Durão/G1)
O humorista Chico Anysio, de 80 anos, foi transferido neste domingo (25) para a Unidade Intermediária do Hospital Samaritano, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Ele estava  internado no CTI da unidade desde a última quinta-feira (22), após uma hemorragia no estômago, que já foi controlada.
Segundo o boletim médico, o estado de saúde de Chico Anysio é estável, mas inspira cuidados. Não há previsão de alta, de acordo com a assessoria de imprensa do hospital.
Chico Anysio havia sido internado no dia 30 de novembro por causa de uma infecção urinária. O comediante havia recebido alta na quarta-feira e retornou ao hospital um dia depois.
No início do ano, ele teve complicações cardiorrespiratórias e permaneceu internado por quase quatro meses.
O Fantástico prestou homenagem a Chico num quadro em que misturou jornalismo e dramaturgia para mostrar a carreira e seus 209 personagens.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:G1